Autoconhecimento e Estilo: 3 Perguntas Importantes na Hora de se Vestir

Gostaria de dividir com você um pouco como o autoconhecimento contribuiu para minha autoestima.

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Coordenar peças de roupas, esconder as gordurinhas indesejadas e dar conta de tanto “pode e não pode” e “certo e errado”, podem ser verdadeiros pesadelos para muitas pessoas na hora de se vestir. A  insegurança em relação ao estilo pessoal geralmente causam estresse e irritação, além da perda de tempo. Eu mesma perdia muitas horas para me vestir, ficava super irritada e quando pensava em um evento, vinha aquela sensação: ‘não tenho nada para usar’. Daí, comprava por impulso muitas roupas, acessórios e acabava não usando nada do que tinha no guarda-roupas. Com isso, repetia as mesmas peças e composições, o que prejudicava a minha autoestima.

A busca pela perfeição, principalmente nos tempos atuais, em que muitos se espelham nos padrões da mídia e da blogosfera ‘fashion’, é capaz de gerar baixa autoestima aos que não possuem autoconhecimento e tolerância consigo mesmo. Eu poderia ter ficado com a minha autoestima lá em baixo para sempre, mas preferi seguir outro caminho, não tão fácil, porém de grande valia. Escolhi me conhecer, me aceitar, me amar e aprender a neutralizar aquilo que eu não podia mudar.

O processo de autoconhecimento pode ser uma jornada e deve ser guiado todos os dias por você e o seu maior companheiro, o espelho, que por vezes é também o maior inimigo. Precisamos transformar o espelho em nosso grande aliado e a dica é deixar de querer ser fabulosa para os outros e ser fabulosa para si mesma, sentindo-se confortável e feliz.

Para isso basta deixar de lado a zona de conforto (tarefa difícil), se olhar no espelho e se perguntar:

1-     O que eu não gosto no meu corpo e não pode ser modificado?

2-     O que não gosto e pode ser modificado (dieta, academia, plástica)?

3-     O que eu amo no meu corpo?

 Responda com sinceridade e elabore um plano de ação. O que dá pra mudar? Mão na massa! O que não pode ser alterado? Vamos neutralizar por meio de composição de cores, tecidos e caimentos de roupas! E o melhor de tudo é valorizar o que temos de mais bonito:  um sorriso, os cabelos, uma cintura fina e por ai vai.

Apesar de parecer simples, essa tarefa não é tão fácil e, em alguns casos, requer a ajuda de um profissional. Mas, é possível, basta ter dedicação, atenção e ousadia, para experimentar novas composições de cores e tecidos, além abrir espaço para “erros e acertos” no vestir diário. Se a jornada estiver muito pesada, lembre-se que você tem aliados: livros, psicoterapias e consultoria de estilo com ferramentas da psicologia. Aprender a se valorizar e ter autoconhecimento é o caminho para deixar a autoestima lá em cima.

Imagem: Google

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